A notícia aponta que desligar a TV por 60 minutos pode diminuir o risco de depressão. E, olhando para o cotidiano de quem vive entre telas, essa simples prática oferece mais do que um dado estatístico: é um convite para presença consciente. O que significa, para você, transformar o instante em um espaço de escolha?
Em vez de tratar esse gesto como uma regra corporativa, proponho enxergar pela lente do cuidado individual. pequenas escolhas ao longo do dia podem reconfigurar o humor, o sono e a qualidade do nosso tempo. Aqui vão caminhos práticos para 2026, voltados para a sua rotina pessoal e para a qualidade das suas relações:
- Inserir pausas digitais intencionais na sua rotina, inclusive durante atividades que envolvem outras pessoas, como encontros, estudos ou momentos de lazer, promovendo períodos sem telas para recalibrar a atenção.
- Estabelecer limites saudáveis de comunicação, criando horários de silêncio digital para respeitar o descanso e a concentração, sem abrir mão de manter vínculos significativos.
- Reimaginar encontros com sessões sem dispositivos, promovendo presença, empatia e melhor assimilação de informações nas conversas com amigos, familiares ou colegas de estudo.
- Fomentar atividades offline durante as pausas, como caminhar, alongar-se ou ler, nutrindo o corpo e a mente para além da tela.
- Integrar práticas de bem-estar na vida pessoal, conectando saúde mental, qualidade do sono e energia do dia a dia, sem transformar cuidado em rigidez.
Essa abordagem não é contra a tecnologia; é uma forma de convivência mais humana, onde a clareza de propósito e a qualidade das relações ganham espaço. O objetivo é uma vida com mais presença, não com menos recursos digitais. Em 2026, a prática de escolher quando consumir conteúdo pode se tornar um ato de autocuidado que também favorece a clareza, a criatividade e a consistência do seu trabalho e das suas relações.
Ao falar de liderança pessoal, o desafio é modelar hábitos sem impor regras absolutas. Você pode, com autonomia, decidir quando e como renovar a relação com as telas, mantendo o compromisso com o seu bem-estar. A reflexão passa pela cultura que você cultiva em casa, nos seus círculos de convivência e na sua própria energia: proteção do tempo de silêncio, foco e descanso sem abrir mão da comunicação necessária e humana.
No fim, é a tecnologia que dá suporte, não o contrário. O segredo é escolher com intenção o que levar para perto de você — e o que deixar para depois — para sustentar a energia criativa, a empatia e a serenidade capazes de ampliar a prosperidade pessoal de forma ética e sustentável.
A notícia nos lembra de que, por trás de cada tela, há uma pessoa buscando equilíbrio, sentido e desempenho. Ao cultivarmos presença responsável, abrimos espaço para uma vida mais autêntica, menos ruídos e mais conexão real com quem amamos.
🔍 Perspectiva baseada na notícia: Estudo aponta que desligar a TV por 60 minutos diminui risco de depressão - UOL
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